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quarta-feira, setembro 21, 2011


Garimpeiros votarão para retornar ao trabalhando
05-09-2011 - 17:40
Por três dias, um geólogo da Metamat (Companhia Mato-Grossense de Mineração) esteve no Garimpo Novo Astro acompanhado de outro funcionário do órgão especializado no assunto aurífero. Na manhã de Segunda 05, acompanhados do líder Garimpeiro Parazinho, se reuniram com o Prefeito Valdir Rio Branco e Secretário de Administração Municipal Marcos Sérgio.

A Visita dos funcionários da Metamat ao Município é o inicio de ação conjunta entre Prefeitura Municipal, Casa Civil Estadual, Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Companhia Mato-Grossense de Mineração (Metamat), Ibama, Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e demais órgãos competentes, que juntos prometeram buscar uma solução para regularizar a atividade garimpeira no Novo Astro.

Ficou decidido no encontro, que na próxima Quinta Feira 08 haverá uma reunião entre Garimpeiros, verdadeira Assembleia, com pauta de fundação da Cooperativa de Garimpeiros do Novo Astro. A reunião acontecera na Cidade de Nova Bandeirantes, local que será a sede da Cooperativa, pois para ser fundada, a entidade tem que ter endereço na sede do município. Assim determina a lei.

Com 21 membros na diretoria, a cooperativa englobará apenas a região do chamado Garimpo do Novo Astro. Mesmo sem ter sido fundada oficialmente, os garimpeiros unidos já buscam referencias para legalização. Apos estar legalizada, a Cooperativa se cadastrará no DNPM e buscara a legalidade da exploração do precioso metal.

O Prefeito Municipal Valdir Pereira dos Santos, solicitara a vinda de um escritório da Metamat para o município, o que dará orientação técnica de mineração, de geólogos, de engenheiros de minas, de técnicos de mineração e demais especialistas na área aos garimpeiros, fato já efetuado pelo estado em Peixoto de Azevedo. Esse mesmo modelo de orientação aos garimpeiros em Peixoto deverá ser implantado em Nova Bandeirantes, com parceira do DNPM e um entendimento com a Lago Dourado, empresa responsável pelo direito de pesquisa mineral na região, no sentido de ceder áreas para regularização.

Na reunião realizada no Gabinete da Prefeitura, Parazinho, um dos lideres do Garimpo em nome do povo da localidade, solicitou ao Prefeito para que a Prefeitura de uma anuência de posse especifica para que os mesmos possam procurar o cartório e confeccionar tal documento exigido pela Sema para então, iniciar os trabalhos de legalização da lavra garimpeira do Novo Astro.

O Prefeito Valdir Rio Branco, afirmou na reunião: “legalmente, tanto a Prefeitura, quanto o Estado governado por Silval Barbosa vai fazer o que pode, e o que tiver ao alcance para o bem estar dos Garimpeiros em busca da legalidade e sustentabilidade”. Disse Rio Branco na reunião da manhã de Segunda Feira 05.

Enivaldo Pereira, o Parazinho informou ainda que os garimpeiros procurarão a Promotoria Publica para propor um TAC-Termo de ajusta de conduta, ação que se aceita pela justiça, permitirá a exploração do ouro artesanalmente novamente: “Precisamos trabalhar para dar de comer aos filhos, honrar nossos compromissos, cobrir cheques. Nescessitamos voltar a garimpar com autorização da lei é claro.” Justificou o Garimpeiro.

Para trabalhar dentro da lei, após a legalização da Cooperativa, a entidade ira requerer permissão de lavras ao DNPM, em seguida ao órgão ambiental-SEMA. Após a finalização dos trabalhos de extração do ouro, os permissionários são obrigados a recuperar a área.

Neste ano, produção de ouro em Mato Grosso alcançara 7,872 quilos, 23,54% a mais que no ano passado. 50% das Jazidas auríferas do Estado são exploradas por pessoas físicas ou cooperativas.

O Garimpo Novo Astro, localizado há 190 quilômetros de Nova Bandeirantes-MT, cidade distante 1.020 quilômetros de Cuiabá recebeu recentemente a “Operação Bateia” da Polícia Federal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) quando motores, tratores, Retro Escavadeiras PC foram apreendidas e milhões de multas aplicadas aos moradores e trabalhadores na extração de ouro. Durante a operação federal, o governador do estado, Silval Barbosa determinou a seus comandados a regularização imediata do garimpo Novo Astro.



Fonte: Luiz Bacanelo/Assessoria PMNB

domingo, agosto 21, 2011

ACIDENTE FATAL AA20/08/2011 - 07h28


ACIDENTE FATAL AA20/08/2011 - 07h28
Trabalhador é serrado ao meio em madeireira
Primeira Hora/Juara Ao tentar limpar equipamento, José escoregou e foi Um trágico acidente de trabalho foi registrado, na tarde desta sexta-feira (19), no Distrito de Paranorte, a 142 km de Juara (709 km a Médio-Norte de Cuiabá). O trabalhador José Maia dos Anjos, 43, foi cortado ao meio por uma serra de fita.

Segundo as informações do site Primeira Hora Notícias, de Juara, José fazia a limpeza em frente a uma serra de fita, dentro do barracão da Serraria Jaburu, quando escorregou. No momento em que ele se desequilibrou, tentou segurar-se em algo para manter o equilíbrio e pegou no cabo da alavanca que liga o equipamento e faz a tora de madeira seguir para frente, em direção à serra.

A tora atingiu violentamente o trabalhador, que foi empurrado contra a serra, que, em segundos, o partiu ao meio, antes que alguém pudesse fazer algo.

Imediatamente, os demais funcionários correram ao local e desligaram a energia da serraria, para parar a serra, que continuava a cortar a vítima.

A cena chocou a todos, que ainda tiveram que recolher os pedaços do colega de trabalho.

O cabo PM Araújo e o soldado Rocha foram até o local e fizeram a coleta de dados para o registro do boletim de ocorrência de acidente fatal de trabalho.

O corpo da vítima foi levado gerente da empresa até o IML de Juara, ainda na tarde desta sexta-feira, num veículo da serraria.

Fonte: Midia News

terça-feira, agosto 16, 2011

Deputados farão visita a Serra Pelada


Deputados farão visita a Serra Pelada
Uma comissão de deputados, a ser constituída ainda esta semana pela presidência da Assembleia Legislativa, vai se debruçar, ao longo das próximas semanas, sobre os problemas que envolvem, há cerca de trinta anos, o antigo garimpo de Serra Pelada. A decisão foi tomada ontem (16), ao final de uma demorada sessão especial convocada por iniciativa do deputado João Salame (PPS), exclusivamente para debater o assunto.

Iniciada por volta de 14h30, a sessão durou cerca de duas horas e contou - fato raro - com a participação de todas as partes envolvidas, incluindo a Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), empresa responsável pela implantação do projeto mecanizado de extração do ouro, e as várias entidades que representam a categoria dos garimpeiros, entre elas a Coomigasp, sócia no empreendimento industrial em fase de implantação.

O deputado João Salame informou, ao término do encontro, que os deputados integrantes da comissão vão analisar cuidadosamente todos os documentos relativos ao antigo garimpo, muitos deles caracterizados por trocas de acusações e denúncias graves entre as entidades que representam os garimpeiros. Quantas são, exatamente, essas entidades, nem o deputado e provavelmente nem os garimpeiros sabem, tantos são os grupos em litígio provocado por interesses financeiros, mas também políticos.

Além de apreciar os documentos, conforme frisou João Salame, a comissão deverá fazer também uma visita in loco ao canteiro industrial de Serra Pelada, para checar as informações relativas à geração de empregos na implantação da mina. Durante a visita, os deputados terão ainda o cuidado de observar e avaliar os anunciados investimentos supostamente feitos pela SPCDM em serviços públicos, como coleta de lixo, educação e transporte.

João Salame disse que tomou a iniciativa de convocar a sessão especial para chamar a atenção da classe política e da sociedade paraense para o intrincado enredo de Serra Pelada. Até como forma de se contrapor, segundo ele, à avassaladora influência que detêm sobre o antigo garimpo e a multidão amorfa de garimpeiros algumas lideranças políticas do vizinho Estado do Maranhão. Entre elas, segundo Salame, o próprio ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Desde os anos 90, conflitos já fizeram seis mortos

Segundo João Salame, dezenas de entidades, representando grupos distintos, lutam pelo direito de representar os garimpeiros em uma disputa que tem rendido até tiros. Da década de 1990 para cá, os conflitos entre grupos antagônicos já resultaram em seis assassinatos na área.

A imprecisão nos cadastros de garimpeiros – engordados artificialmente pelas entidades, que assim buscam se cacifar com uma representatividade que acaba sendo fictícia – tem impedido, inclusive, um desfecho favorável do complicado processo de partilha do dinheiro retido até hoje na Caixa Econômica Federal relativo ao paládio, um metal associado ao ouro extraído no antigo garimpo de Serra Pelada.

João Salame estimou em cerca de R$ 300 milhões o valor em poder da Caixa. Esse dinheiro não pôde ainda ser distribuído porque a Coomigasp –a antiga Cooperativa dos Mineradores e Garimpeiros de Serra Pelada–, que deveria se responsabilizar pelo rateio, está afundada em dívidas milionárias, algumas delas reconhecidamente fraudulentas.

Resolver essa questão, inclusive com o saneamento dos cadastros para identificação dos antigos garimpeiros que efetivamente terão direito ao dinheiro, será outra preocupação dos deputados, conforme admitiu Salame.

Ao mesmo tempo, disse ele, a comissão vai antecipar as discussões sobre a forma como se dará o pagamento aos garimpeiros quando a planta industrial de Serra Pelada iniciar a produção de ouro, que está prevista para meados do ano que vem.

Fonte: Diário do Pará

sexta-feira, agosto 05, 2011

Deputado quer apoio governamental para construção de sede


PEIXOTO DE AZEVEDO - Deputado quer apoio governamental para construção de Cooperativa Por: Assessoria ImprimirComentar Incentivados pelo crescimento do setor madeireiro e da atividade agropecuária, grande parte dos municípios do norte mato-grossense tiveram aumento populacional significativo na última década, chegando alguns a dobrar o número de moradores.
Na contra mão desses índices está à cidade de Peixoto de Azevedo (696 km ao norte da capital), que no início da década de 90 despontava no cenário econômico do Estado, devido a atividade garimpeira, mas sofreu estagnação econômica e populacional na última década, passando de pouco mais de 26 mil, para 30 habitantes.
Em busca de alternativas econômicas para a cidade, o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) cobrou do secretário de Estado das Cidades, Ernandy Maurício Baracat de Arruda, apoio financeiro para a construção da sede da Cooperativa Mista dos Garimpeiros de Peixoto de Azevedo (Coomipaz).
Argumenta o deputado, que uma das vertentes da Coomipaz é a qualificação de ex-garimpeiros e seus familiares que, devido a idade ou falta de locais adequado para desempenharem suas atividade, estão fora do mercado de trabalho. A Cooperativa abriga ainda, uma pequena quantidade de garimpeiros que trabalham dentro das normas estabelecidas pelos órgãos de proteção ao meio ambiente.
Na Coomipaz são realizados trabalhos de inclusão social, através da confecção de produtos artesanais, além da comercialização desse material, facilitando dessa forma essa relação entre produtor e consumidor.
“Apesar da importância do trabalho da Coomipaz, ela ainda funciona em local improvisado. Como é uma cooperativa cujo único lucro é a qualificação de seus funcionários, é imprescindível o apoio financeiro do governo para a construção de uma sede própria”, defendeu Dal’Bosco.

ESPORTES - Em outro documento encaminhado ao secretário de Estado de Esporte e Lazer, Antônio Azambuja, Dilmar Dal’Bosco solicitou a construção de uma quadra poliesportiva no Bairro Mãe de Deus, um dos mais populosos de Peixoto de Azevedo.
Na comunidade, segundo Dilmar, concentra-se um grande número de crianças e adolescentes em idade escolar que necessitam da prática esportiva e do lazer como inclusão social.
“A construção da quadra contribuirá com o crescimento educacional e cultural de toda a população de Peixoto de Azevedo, proporcionando, com a prática do desporto e do lazer, a inclusão social de crianças e adolescentes que não dispõe de recursos para freqüentar academias e centros particulares”, concluiu o parlamentar.

quinta-feira, julho 14, 2011

Dilmar quer apoio na construção de cooperativa em Peixoto Azevedo


EXECUTIVO
Dilmar quer apoio na construção de cooperativa em Peixoto
A cidade passando de pouco mais de 26 mil, para 300 habitantes

RAPHAELLA PADILHA/ASSESSORIA DE GABINETE

Incentivados pelo crescimento do setor madeireiro e da atividade agropecuária, grande parte dos municípios do norte mato-grossense tiveram aumento populacional significativo na última década, chegando alguns a dobrar o número de moradores.

Na contra mão desses índices está a cidade de Peixoto de Azevedo (696 km ao norte da capital), que no início da década de 90 despontava no cenário econômico do Estado, devido à atividade garimpeira, mas sofreu estagnação econômica e populacional na última década, passando de pouco mais de 26 mil, para 300 habitantes.

Em busca de alternativas econômicas para o local, o deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM) cobrou do secretário de Estado das Cidades, Ernandy Maurício Baracat de Arruda, apoio financeiro para a construção da sede da Cooperativa Mista dos Garimpeiros de Peixoto de Azevedo (Coomipaz).

Argumenta o deputado, que uma das vertentes da Coomipaz é a qualificação de ex-garimpeiros e seus familiares que, devido a idade ou falta de locais adequado para desempenharem suas atividade, estão fora do mercado de trabalho. A Cooperativa abriga ainda, uma pequena quantidade de garimpeiros que trabalham dentro das normas estabelecidas pelos órgãos de proteção ao meio ambiente.
Na Coomipaz são realizados trabalhos de inclusão social, através da confecção de produtos artesanais, além da comercialização desse material, facilitando dessa forma essa relação entre produtor e consumidor.

“Apesar da importância do trabalho da Coomipaz, ela ainda funciona em local improvisado. Como é uma cooperativa cujo único lucro é a qualificação de seus funcionários, é imprescindível o apoio financeiro do governo para a construção de uma sede própria”, defendeu Dal’Bosco.

ESPORTES - Em outro documento encaminhado ao secretário de Estado de Esporte e Lazer, Antônio Azambuja, Dilmar Dal’Bosco solicitou a construção de uma quadra poliesportiva no Bairro Mãe de Deus, um dos mais populosos de Peixoto de Azevedo.

Na comunidade, segundo Dilmar, concentra-se um grande número de crianças e adolescentes em idade escolar que necessitam da prática esportiva e do lazer como inclusão social.

“A construção da quadra contribuirá com o crescimento educacional e cultural de toda a população de Peixoto de Azevedo, proporcionando, com a prática do desporto e do lazer, a inclusão social de crianças e adolescentes que não dispõe de recursos para freqüentar academias e centros particulares”, concluiu o parlamentar.

Mais informações:
Assessoria de Gabinete
3313-6838

segunda-feira, julho 11, 2011

Cooperativa Mista dos Garimpeiros de Peixoto de Azevedo

Cooperativa Mista dos Garimpeiros de Peixoto de Azevedo
EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL Ordinária Aos vinte e oito dias do mês de julho do ano de dois mil e onze (28/07/2011), foi publicado Edital foi Convocado pelo Presidente coomipaz Eu convido todos cooperados para Assembléia geral Ordinária na ordem do dia prestação de contas sobre o exercício 2010 aprovação da transferências quotas-partes no valor atual ou futuro conforme a combinação ambas partes aprovação do regimento eterno conforme o Artigo 57 do estatuto da cooperativa e na primeira convocação ás 7.30 horas (dezenove trinta) pelo menos 2/3 dois terço dos cooperados segunda convocação ás 8.00 horas da (vinte horas) a metade mais um dos cooperados ás 9.00 horas da (vinte e uma horas) terceira ultima convocação (50 % cinqüenta por cento mais um) dos cooperados quites suas obrigação estatutária números de cooperados 32 ( trinta e dois ) as 7.30 horas do dia 11/07/2011foi publicado pelo presidente Edital na sede da cooperativa as 8.00 horas no coomipa.Blogspt.com da cooperativa e copia um afixada em locais visível e publicação. Do edital: Aos trinta dias do mês de julho do ano de dois mil e onze (30/07/2011), na sede da cooperativa mista dos Garimpeiro na Avenida Brasil, nº 1530, Bairro Liberdade, Peixoto de Azevedo MT, às dezenove horas e trinta minutos (19:30 h), da inicio assembléia geral Ordinária. primeiro 01 Itens Apreciação e Prestação de contas da diretoria executiva da cooperativa Sobre exercício 2010 Pagamento das Contribuições mensais Obrigatórias, pelos Cooperados foi recebido Em Dinheiro Valor de R$ 850,00 (oitocentos e cinqüentas reais) mais R$ 100.00 (cem reais) da transferência de quotas partes totalizado no Valor R$ 950.00 (Novecentas cinqüenta reais) Segundo 02 Itens O balanço da receitas Bruta da despesas, da cooperativa levantando em um ano administrado sobre o exercício 2010 o Valor Debito R$ 1.226,00 menos R$ 950,00.(Novecentas cinqüenta reais) A cooperativa ficou com um débito de R$ 270,00 (duzentos e setenta reais) conforme as planilhas contábil do balanço geral financeiro da coomipaz Terceiros 03 Itens A cooperativa vai transferir quotas partes dos associados eliminados por falta de pagamento ou por outras causas no valor atuais ou futuro para cobrir as perdas e danos que ele causo na cooperativa Artigo 13 A eliminação do associado será aplicado por decisões da diretoria executiva em virtude infrações estatutárias Quarto 04 Itens A aprovação do regimento eterno conforme o Artigo 57 do estatuto, social da cooperativa.19 (dezenove) Associados esta quites que pode vota a mesmas visa deliberação de votação dos assuntos relacionados aprovação das conta transferência da quotas partes Valor atuais ou futuro regimento interno da cooperativa depois de discutido cooperado será votado todos Itens apresentado pela diretoria da cooperativa deu-se término da reunião as 21:00 horas (vinte e uma hora)

segunda-feira, julho 04, 2011

Coomigasp acompanha de perto os trabalhos de perfuração



Coomigasp acompanha de perto os trabalhos de perfuração
por Ascom Coomigasp enviar por email imprimir
Os trabalhos de perfuração da galeria da Nova Mina em Serra Pelada, que dará acesso às jazidas de ouro, desenvolvidos pela empresa SPCDM, fruto da parceria entre Coomigasp/Colossus, são acompanhados diariamente, bem de perto, por representantes da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada. A missão cabe ao diretor de Produção da Coomigasp, José Raimundo Miranda. “Aqui temos uma sala e somos bem atendidos pelo pessoal da Colossus e acompanhamos todo o trabalho de perfuração da cava que dará acesso à galeria por onde passará o ouro”, disse ele, ressaltando que “é fundamental que os demais companheiros garimpeiros tomem conhecimento sobre o andamento das obras em Serra Pelada”.

José Raimundo é o responsável também pela organização das visitas de diretores e de representantes de garimpeiros que desejam conhecer de perto os trabalhos na Nova Mina. Recentemente, ele levou até Serra Pelada o vice-presidente da Coomigasp, José Sobrinho, e membros do Conselho Fiscal da Cooperativa, entre os quais o seu presidente, Valdeci Marques de Lima, o “Fogoió”, e outros diretores.

Na oportunidade, eles ouviram do Supervisor de Segurança do Trabalho do Projeto, João Rodrigo, informações sobre a questão de segurança na área, como o uso de capacete, botas, máscara de fuga, abafador, acessórios de ar e outros procedimentos exigidos no dia a dia da mina.

Para o presidente Gessé Simão essas visitas são muito importantes, porque assim os lideres garimpeiros podem constatar em loco os avanços nos trabalhos de implantação da Nova Mina. “Para alguns, esse projeto, ainda é um sonho distante, mas para nós ele já virou realidade. Já perfuramos 387 metros. Trabalhamos com quatro turmas de oito horas. E esse ciclo não pára. Todo o trabalho é monitorado e fiscalizado”, afirmou Gessé

sexta-feira, junho 24, 2011

DEPUTADO JOÃO SALAME DESMACARA O FANFARRÃO E MENTIROSO DA SERRA Em encontro


icado no dia 24 de junho de 2011 às 5:40 por Toni Duarte.
DEPUTADO JOÃO SALAME DESMACARA O FANFARRÃO E MENTIROSO DA SERRA Em encontro ocorrido na tarde de quarta-feira (22) ,em Marabá, o deputado João Salame (foto) garantiu aos diretores da Coomigasp , que a ida de uma comissão de deputados estaduais do Pará a Serra Pelada em data ainda não oficialmente marcada, é fruto de um convite feito pela própria Coomigasp que deseja mostrar a classe política paraense os avanços do projeto de desenvolvimento das mina e a sua importância na geração de renda e emprego a população do sudoeste paraense.

O esclarecimento feito por Salame foi para conter a onda de mentiras do estelionatário Luis Emanoel da Mata que havia distribuído planfetos afirmando que o deputado iria acabar com o projeto de mecanização da mina e com a cooperativa que tem cerca de 36 mil 633 sócios, grande parte do Pará. “Esse Luiz da Mata está desautorizado a falar em meu nome”, disse João Salame ao receber em Marabá o presidente da Coomigasp Gesse Simão acompanhado de um grupo de delegados.

“Sou um deputado com atuação política no estado do Pará. Mais jamais poderíamos ir ao canteiro de obras da nova mina de Serra Pelada sem antes avisar a diretoria da cooperativa sobre a nossa ida. Alem do mais, iremos lá para atender a um convite feito pelo próprio presidente da Coomigasp durante a audiência publica realizada em março passado na Assembléia Legislativa ,oportunidade em que debatemos sobre vários assuntos em relação a Serra Pelada”, afirmou o parlamentar. Na visita in loco ao canteiro de obras da nova mina de Serra Pelada a comissão de deputados, segundo João Salame, checar as informações relativas à geração de empregos na implantação da mina. Durante a visita, os deputados terão ainda o cuidado de observar e avaliar os anunciados investimentos feitos pela SPCDM em serviços públicos e nas ações sociais voltadas para a comunidade.
Essa ida dos deputados estaduais paraenses para visitar Serra Pelada em data ainda não oficializada não deixa de ser uma iniciativa muito importante para que eles, os deputados, conheçam de perto um grande e majestoso projeto econômico e social que há dois anos gera renda e emprego para uma população esquecida e jogada ao limbo social há quase três décadas pelos sucessivos governos e pelo próprio parlamento paraense.
Nestes mais de 20 anos pós-garimpo, nenhum político paraense foi capaz de se solidarizar com as 600 famílias de garimpeiros que teimosamente não deixaram a Serra, apesar das fortes tentativas e ameaças feitas por forças políticas ocultas e não ocultas patrocinadas pela Vale do Rio Doce. Nas quase três décadas os massacrados garimpeiros da Serra ficaram a pão e água, as famílias sem amparo e os seus filhos sem escolas.
Se formos fuçar o passado quando o maior garimpo a céu aberto do mundo estava em plena atividade vamos chegar a triste conclusão o quanto foi omissa a chamada “casa do povo paraense” em relação a Serra Pelada. Não há nos anais da ALEPA um único registro de que algum eminente deputado tivesse denunciado ou reagido contra o trabalho escravo de milhares de homens formigas cuja imagens ate hoje correm o mundo.Nos quase 20 anos de escravidão e humilhação imposta pelo Regime Militar aos milhares de cidadãos brasileiros que se aventuraram em Serra Pelada , durante parte dos anos 80 e parte dos anos 90, a nossa ALEPA virou as costas, fechou os olhos e foi cúmplice do holocausto social que produziu graves seqüelas aos ex-garimpeiros de Serra Pelada e aos seus familiares.
Por dezenas de anos Serra Pelada era apenas sinônimo de terra arrasada, território sem lei, da prostituição e de outras mazelas. Era um punhado de gente esquecida a qual só era lembrada em anos de eleição. Ate hoje, neste exato momento, ainda tem muita gente que pensa assim. Podemos apontar uma boa fatia da classe política paraense. Mais a vida mudou para uma população que até pouco tempo vivia sem qualquer expectativa de futuro. A população respira outros ares. O projeto de desenvolvimento mineral fortaleceu o comercio, está gerando emprego e dar cidadania com as ações sociais voltadas para a comunidade Essa estória de que Serra Pelada é um barril de pólvora a explodir é apenas falácias proferidas por aqueles que raciocinam de forma atrasada e sem conhecer a realidade.
Aqui vale destacar o desabafo cheio de euforia da ex-governadora Ana Julia Carepa em maio do ano passado, ao reconhecer, em seu discurso, no dia da entrega de uma portaria de lavra, que as lideranças garimpeiras estavam de parabéns porque foram capazes de viabilizar um mega projeto de desenvolvimento econômico e social que iria tirar do estado letal de miséria uma região pobre do seu Estado, o que a classe política paraense não fora capaz de fazer. “Fomos ausentes e negligentes nesta parte”, reconheceu a ex-governadora. Simão Jatene, atual governador paraense, tem o mesmo conceito de que a grandeza do projeto de desenvolvimento mineral de Serra Pelada pelo método mecanizado irá impulsionar não somente uma comunidade, mais dezenas de municípios da região.
A coluna garimpeira que foi capaz de melhorar o IDH ( Índice de Desenvolvimento Humano) do então paupérrimo município de Curionópolis contou com a forte contribuição da força unificada tocadas pelas lideranças dos milhares de garimpeiros do Maranhão, do Tocantins, Piauí , Ceará e de outros estados. Todos unidos para melhorar, em primeiro lugar, a qualidade de vida de uma população sempre refém de um parasitismo político que suga o seu hospedeiro sem piedade. Nos alegra receber um grupo de deputados estaduais que deseja saber se o povo garimpeiro está satisfeito com isso ou não. Que “vossas excelências”sejam bem-vindos ao novo e promissor Eldorado.

quarta-feira, junho 22, 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011Mais uma manobra de Luiz da Mata

terça-feira, 21 de junho de 2011Mais uma manobra de Luiz da Mata

“Com mentiras, ele quer tumultuar o processo em Serra Pelada e atrasar a produção mineral”, diz Gessé Simão.


O confuso Luiz da Mata volta a atacar, agora, aproveitando-se da amizade com o deputado estadual João Salame (PPS-PA). Sem argumento oficial e dados estatísticos, ele está tentando atrapalhar mais uma vez o bom andamento das obras de implantação da Nova Mina de Serra Pelada, no município de Curionópolis (PA).

De 1999 a 2002, Luiz da Mata ludibriou milhares de verdadeiros garimpeiros, sob alegação de que ele era de fato o dono do CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada, com isso impedindo que os garimpeiros se regularizassem junto à Coomigasp. Durante algum tempo ele usou, de forma indevida, o CNPJ da cooperativa. Mas isso não demorou muito tempo porque foi até mesmo advertido e chamado à atenção pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ainda no primeiro mandado do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Acordo

Vendo o desespero de Luiz da Mata e suas inconsequentes atitudes e sem rumo, o ministro tentou ajudá-lo com o objetivo de que ele não atrapalhasse as negociações sérias com a Colossus para a implantação do Projeto da Nova Mina. Lobão então o convocou a Brasília, pediu para que ele regularizasse sua cooperativa (Coomgasp), e ofereceu para ele uma área no distrito mineral de Serra Pelada para tentar explorá-la. “Na realidade, a preocupação do ministro era com as cerca de 5 mil pessoas que haviam sido enganadas pelo estelionatário Luiz da Mata, por terem ficado de fora do quadro social da Coomigasp”, afirmou Gessé.

Ao retornar para Marabá, o falso líder garimpeiro contou outra história e acabou prejudicando de vez o grupo que o seguia inadivertidamente. Moral da história: a Receita Federal e o Senado Federal reconheceram que o CNPJ pertencia e pertence de fato e de direito à Coomigasp.

CPI

Após esta e outras inúmeras investidas, Luiz da Mata seguiu para outro caminho. Aproveitou-se de sua amizade com o deputado João Salame e começou a orientá-lo com informações errôneas e contraditórias. “Com base nesses falsos argumentos, o deputado, que foi induzido ao erro por esse grupo de baderneiros, vem tentando a todo custo instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa do Pará para investigar possíveis irregularidades no andamento do projeto da Nova Mina, ou seja, na parceria entre Coomigasp e Colossus”, disse o presidente da Coomigasp, Gessé Simão.

No ano passado, o assunto foi parar em Belém. A diretoria da Coomigasp e centenas de garimpeiros foram à Assembleia Legislativa defender o projeto. Após as explicações contundentes no plenário daquela casa legislativa do presidente da Cooperativa, Gessé Simão, e de outros líderes como o presidente da Associação Nacional dos Garimpeiros de Serra Pelada e do Brasil (Agasp-Brasil), Toni Duarte, a maioria absoluta dos deputados estaduais constatou que o projeto da Nova Mina é sério; foi sacramentado dentro da Lei e de todas as normas brasileiras de exploração mineral; não prejudica os garimpeiros, muito pelo contrário, trará benefícios no futuro para todos, e é rigorosamente fiscalizado pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão vinculado ao Ministério de Minas e Energia, e responsável direto pela política mineral do país.

Gessé Simão

Durante a audiência em Belém, Gessé Simão convidou os deputados para visitar e conhecer os detalhes do projeto da Nova Mina e ver de perto o andamento das obras em Serra Pelada. Alguns deputados aproveitaram a visita do ministro Edison Lobão em 27 de março deste ano, por ocasião da imissão de posse da concessão de lavra, e foram até Serra Pelada. Todos saíram satisfeitos e impressionados com o potencial da obra e a estrutura do projeto, que gera emprego e renda para várias famílias da Vila de Serra Pelada e já traz desenvolvimento para toda a região, principalmente o município de Curionópolis. “Agora, por incitação de Luiz da Mata, o deputado João Salame pretende instalar uma CPI na Assembleia Legislativa. Irresponsavelmente, Luiz da Mata espalhou a notícia inverídica por Marabá e Imperatriz e está tentando tumultuar o andamento dos trabalhos da parceira Colossus”, destacou Gessé.

Para o presidente da Coomigasp, a atitude de Luiz da Mata e do deputado Salame pode prejudicar em grande escala o projeto da Nova Mina e, com isso, jogar por água abaixo todo o esforço da diretoria da cooperativa de apresentar aos garimpeiros os primeiros resultados concretos da parceria com a Colossus, ou seja, as primeiras barras de ouro em dezembro deste ano. “Com esse tumulto e essa atitude irresponsável do estelionatário Luiz da Mata, o projeto poderá ser atrasado, para a infelicidade dos garimpeiros que tanto esperaram por esse momento de paz e tranquilidade em Serra Pelada e a produção mineral”, afirmou, revoltado e preocupado, Gessé.

O presidente da Coomigasp deixou claro que, se os deputados estaduais quiserem visitar e tirar dúvidas sobre as obras em Serra Pelada, eles poderão agendar uma data, “sem Luiz da Mata e seus copichos”, que serão recebidos com toda educação e respeito. “Agora, querer vir a Serra Pelada para tumultuar o processo, não aceitaremos e não deixaremos que nenhum deputado entre no canteiro de obras”, alertou o garimpeiro e morador do distrito de Serra Pelada Aderbal Oliveira.


ASCOM/Coomigasp

terça-feira, junho 07, 2011

SOCIEDADE GARIMPEIRA COMEÇA A EXIGIR DISTRIBUIÇÃO DE SUAS AÇÕES ANTES QUE SEJA TARDE


Publicado no dia 7 de junho de 2011 às 8:28 por Toni Duarte.
SOCIEDADE GARIMPEIRA COMEÇA A EXIGIR DISTRIBUIÇÃO DE SUAS AÇÕES ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS As ações que os garimpeiros possuem dentro da SPCDM e que correm o risco novamente se serem garfadas para pagamento de dividas trabalhistas como na primeira tentativa feita pelo juiz Jonatas Andrade de Parauapebas, só tem um jeito de serem entregues : se a própria sociedade começar a exigir isso.

Os conselhos e sugestões da Agasp Brasil já não surti mais nenhum efeito aos ouvidos tapados da cooperativa. O site do Gesse chegou à insana providencia de insultar a sociedade garimpeira de escorpião. Pegaram pesados. Se cada garimpeiro levantar a voz da cobrança durante as reuniões que o Gesse está programando pelos estados, ele não terá outra saída, a não ser descer do “salto alto” que ultimamente vem usando para mostrar a todos que ele é quem manda. O cabra tá de pescoço grosso.


Gesse não sabe, mas o povo garimpeiro está decidido cobrar com veemência aquilo que é seu antes que as suas ações que estão na SPCDM vôem para o bolso daqueles que reclamam dividas trabalhistas na justiça. Os garimpeiros não tem nada com essa divida . Ate agora a SPCDM não explicou qual o grau de segurança que as ações que pertencem aos garimpeiros, têm para continuar sob a guarda da empresa.


Não estariam elas mais seguras no bolso do garimpeiro? Uma parte da própria SPCDM acha que sim, a outra acha que não. Gesse, por exemplo, diz que o garimpeiro não entende nada de ações. e que pode sair por aí vendendo a preço de bananas. E o que Gesse tem com isso? O garimpeiro pode fazer o que quizer com o que lhe pertence. Que não se surpreenda o compnahrio Gesse quando olhar faixas serem levantadas em meio das reuniões com a seguinte palavra de ordem: “ENTREGA AS MINHAS”, AÇOES GESSE!!”.